Malévola – Uma fábula realista

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Gente, eu ontem a noite eu assisti Malévola, e eu estou apaixonada!

Nunca gostei muito da história da Bela Adormecida, achava meio sem graça, mas eu amei a história da Malévola, e principalmente, eu gostei da lição da história.

Em primeiro lugar gostei de ter tido uma explicação para a bruxa má e porque ela quis amaldiçoar a princesa! Não era ambiciosa como se pensava, mas uma mulher magoada, traída, sofrendo.

Outra coisa, adorei a Aurora, o sorriso era realmente contagiante, a ela vendo a Malévola como fada madrinha dela, foi demais! Sem falar em todas as vezes em que a “bruxa má” salvou a princesa.

Mas a lição principal da fábula pra mim, que foi o que me fez pensar no título desse texto, é que: no início do filme, falavam com os reinos só poderiam ser unificados por um herói ou um vilão, e ao final do filme vimos que quem os unificou foi alguém que era ao mesmo tempo herói E vilão. Isso não parece mais realista para vocês?

Nós, seres humanos, temos mágoas, temos sentimentos egoístas, temos sentimentos ruins dentro de nós, assim como os sentimentos ruins. Tenho a visão de que não existem heróis ou vilões, todos temos luz e sombra dentro de nós, como já escrevi aqui no blog.

Outra coisa que gostei muito no Malévola, foi que tal como no Frozen, não foi o príncipe que demonstrou amor verdeiro e salvou a princesa. Gosto da ideia de contos de fada mostrando que existem amores mais forte do que os do príncipe e da princesa que vivem felizes para sempre.

Então essa foi a lição de Malévola pra mim e eu adorei, mesmo! Quero ver de novo já! haha

Além de uma história maravilhosa, o filme foi muito bem feito e todos os atores estavam fantásticos!

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Angelina Jolie, magnifica! Ainda mais em um filme que ela protagonizou “sozinha”, ela deu todos os tons à Malévola e foi a atriz perfeita pro papel.

Ella Purnel, se fosse filha da Angelina não era tão perecida! E uma ótima atuação também!

Também adorei ver que uma das filhas do Brad Pitt e da Angelina Jolie fez a Aurora bebê.

Falando em Aurora, Elle Fanning foi ótima como a doce e otimista Aurora, eu adorei! Achei que ela cativou, não só Malévola, mas todos.

Sharlto Copley foi muitíssimo bem como o ambicioso Rei Stefan, principalmente na loucura e paranoia dele.

Ah, e uma observação que não posso deixar de fazer: Dolores Umbridge nunca será uma fada hahahah

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Um filme, na minha opinião irretocável.

Recomendo muito!

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Resenha: A última carta de amor

Oi gente!

Hoje vim falar de um livro, que eu comprei pela capa! hahaha

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Na verdade eu li Como eu era antes de você, da Jojo Moyes, e eu amei o livro! Amei demais, adorei a escrita da autora e tudo, tem resenha dele aqui no blog. Então senti vontade de ler todos os livros da autora.

Foi ai que pesquisando eu descobri A última carta de amor, e eu achei a capa tão linda! E depois lendo, vi que no interior tinha o detalhe do laço, achei muito lindo! Então eu, finalmente, consegui ler essa semana e vim aqui contar um pouquinho pra vocês.

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O livro conta, de certa forma, as histórias muito diferentes, de mulheres diferentes em tempos diferentes.

Começa falando da Ellie, uma jornalista, que tem um caso com John, que é casado. Ela sente a vida dela em stand by, esperando por uma relação que ela sabe que não leva a nada. Enquanto isso, o trabalho dela declina, pois ela fico tortorando a si mesma, tentando entender as entrelinhas do John – que na verdade não querem dizer nada – (mulheres…). Então ela encontra uma carta de B para J.

Então somos transportados para a história de Jenny. Uma linda e cobiçada mulher dos anos 60, casada com um empresário muito bem sucedido, que sofre um acidente e perde a memória.

Uma pequena crítica ao livro aqui: eu demorei para entender o lapso temporal da história da Jenny, o que tinha acontecido antes ou depois do acidente, ficou confuso, para mim pelo menos.

Continuando…Jenny perde a memória até que encontra uma carta de B, e descobre que tinha um amante, do qual ela não de lembra.

Conta-se toda uma história, inclusive da J e do B, mas eu não vou contar para vocês para não estragar o livro. O que posso contar? As cartas são lindas! Eu adoraria receber cartas de amor tão profundas (#ficadica). Um romance típico dos anos 60.

Então após entendermos a história da Jenny, voltamos para a Ellie, cada vez mais enrolada. Essas duas mulheres se conhecem, e ajudam uma a outra a resolverem seus enlaces amorosos.

Eu gostei do livro. Um romance bem fofo, com pitadas de humor inteligente, falando de duas mulheres inteligente, mas eu esperava mais do livro. É um estilo bem diferente de Como eu era antes de você, que foi um livro que me marcou muito. A última carta de amor foi mais clichê, não me arrebatou da mesma forma.

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Mas, Jojo Moyes é ótima e eu recomendo a leitura do livro!

Vamos a uns trechinhos?

“Tenho medo do que sinto por você. Tenho medo de amar tanto alguém.”

“E, se sentir que foi a decisão acertada, saiba ao menos isso: em algum lugar deste mundo há um homem que a ama, que entende o quão preciosa e inteligente e boa você é. Um homem que sempre a amou e que, por mais que tente evitar, desconfia que sempre a amará.”

“Mas que de repente me dei conta, no meio daquela pequena cena de loucura, que tem alguém que nos entenda, que nos desejem que nos veja como uma versão melhorada de nós mesmos é o presente mais incrível. Mesmo que não estejamos juntos, saber que, para você, sou esse homem, é uma fonte de vida para mim.”

“-Eu não tive a intenção de me apaixonar. […] Não tive mesmo.

– Besteira. Você faz uma escolha. Todo mundo faz uma escolha.

[…]

– Mas você não é uma vítima das circunstâncias. ”

“Os jovens não tem o monopólio dos corações partidos. Aprendi uma coisa há muito tempo: o se é um jogo muito perigoso mesmo.”

Boas leituras!

Sobre 50 tons de cinza

Eu li a trilogia dos 50 tons e, sim, eu gostei!

Gostei mesmo, gostei da parte sexual, gostei do romance. Sei que muita gente acha machista, acha baixo até, porém eu gostei. E aceito qualquer crítica sobre a história desde que quem esteja falando mal, tenha lido.

Eu achei o 50 tons de cinza com partes meio chatas, toda a negociação do contrato e etc, mas, pra mim, o 50 tons mais escuros achou a harmonia entre o romance e o sexo. Afinal, apesar de ele ser sadomasiquista, por ela não ser, são apenas tendências, todas negociadas e consentidas e não vejo nada demais nisso. Uma mulher optou por aquilo, não se humilhou, nem nada assim, na minha opinião. Também não vejo como algo machista, uma mulher que se sujeitou a tudo por um homem rico! Não!! Ela mudou Christian Grey. Não o contrário. O 50 tons de esperança passou a ser um romance comum, com a única diferença de que nesse “viveram felizes para sempre”, eles fizeram isso e também trasavam. Algum mal nisso?

Pois é, com todas essas minhas opiniões, eu queria muito ver o filme. Admito que era uma história muito difícil de transformar em filme. Porém, ao meu ver, a transformação foi desastrosa.

A começar pelo elenco: Christian Grey não era sexy, não era intimidador, não era apaixonante. Ele sequer era expressivo. A Kate, gente, ela tava se formando. Aquela atriz parecia bem mais velha para ser a colega de quarto da Ana. O José, por favor, colocassem um latino mais sexy. Mia e Elliot, alguém esqueceu de contar que eles deviam ser lindos?

Gostei do Taylor e um salva de palmas pra Dakota interpretando a Ana e sendo a única coisa boa do filme.

Continuando minha chuva de críticas: cadê o sexo? O filme teve menos sexo que a novela das 21. E as cenas que tiveram não eram nada tórridas. Quando eu achava que ia esquentar, mudava a cena. Senti falta de ver a Mrs, Robbinson. E acho que se era pra contar a história desse jeito que fizessem toda a trilogia em um só filme. Tudo ficou muito superficial. O romance, as famílias, nada foi explicado..As marcas do Christian, porque ele ficou assim. Nossa, senti falta de muita coisa.

Como eu já disse, admito que era muito difícil adaptar essa história, mas na minha visão, não conseguiram fazer isso de uma forma que atraísse.

Em resumo: Gosto da trilogia, detestei o filme.

Um dia – sobre um filme que não me marcou

Recentemente estive de repouso e, com o tempo livre, resolvi organizar meu notebook.

Então, eu achei esse filme, Um dia, nos meus arquivos e lembrei que eu queria ver ele, mas não lembrava porque eu não tinha assistido, ai resolvi assistir.

O problema é que logo que comecei a ver o filme, percebi que na verdade, eu já tinha assistido sim, mas não lembrava como terminava, eu ia lembrando conforme fui assistindo e assim vi o filme novamente até o final.

Sei que o filme é adaptação de um livro, e admito que não li. Fiquei interessada no filme porque uma amiga minha vivia postando coisas relacionadas a ele no Facebook, e despertou minha curiosidade.

A história é bonitinha, dois melhores amigos, muito diferentes, seguem suas vidas, até verem que sempre foram apaixonados e etc. Um clichê, com drama, e eu, particularmente, gosto de clichê e de drama. Então, porque eu não gostei desse filme?

Porque não me marcou. Não me fez chorar. Não me fez lembrar dele. Isso pra mim, faz com que o filme seja fraco.

Os atores são bons, a história é boa, mas por algum motivo não me tocou, não me sensibilizou.

Uma impressão muito pessoal, tenho certeza que muita gente ama, mas pra mim, somente médio.

E vocês, o que acharam?

Harry Potter – o precursor para a nossa geração de leitores

Oi pessoal, hoje vim afalar sobre Harry Potter (sim, do novo).

Como já comentei aqui, no fim do ano passado eu ganhei do meu pai a coleção toda do Harry Potter, eu queria há anos, mas acabava nunca comprando. Por diversos motivos, como falta de tempo e o fato de que eu revezava a releitura de um livro da série com a leitura de um livro novo, eu terminei só recentemente e releitura de todos eles, e eu tinha decidido que quando eu fizesse isso, eu faria um super post, sobre todos os livros e falando o que mais gosto em cada um.

Então vamos lá:

Harry Potter e a Pedra Filosofal

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A primeira ver que li esse livro, acho que eu tinha uns 10 anos e fui assistir ele no cinema com meu irmão. É um dos livros que acho mais fracos, mas acho q isso se deve a ser o início e a história ter que ser assim para ganhar fãs, inclusive muitas crianças na época.

Eu separei três trechos desse livro como aquelas minhas frases clássicas, vamos a elas:

“Não faz bem viver sonhando e esquecer de viver, lembre-se.” Alvo Dumbledore, quando Harry encontrou o espelho de Ojesed e ficou lá se imaginando com seus pais. Imagina gente? Isso pra uma criança de 11 anos, órfão? Difícil resistir.

“Afinal, para uma mente bem estruturada, a morte é apenas a aventura seguinte” Dumbledore, de novo, falando sobre a destruição da Pedra Filosofal e a eminente morte de Flamel.

“É preciso muita audácia para enfrentarmos os nossos inimigos, mas igual audácia para defendermos nossos amigos” Sábio Dumbledore, falando sobre o Neville.

Nesse livro acho que me encanta ver o Harry fazendo amizades, sentindo-se em casa. Era difícil a vida dele com os tios e ele jamais ter tido alguém para cuidar dele.

Ah também adoro ver o Rony e a Herminone com ele indo pegar a pedra, se não fosse a lógica da Hermione e o conhecimento do mundo bruxo do Rony, ele não conseguiria, ele nunca fez nada sozinho, mostra a força e importância da amizade e eu gosto disso.

Harry Potter e a Câmara Secreta

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Marquei só um trecho também, porque achei esse ainda fraco. Pra mim a lição desse livro é começar a mostrar as semelhanças entre Harry e Tom. Dois meninos órfãos criados em Hogwarts.

“São nossa escolhas, Harry, que revelam o que realmente somos, muito mais do que nossas qualidades.” Dumbledore, again, falando para o Harry, lembrando ele, que a importância estava em tudo que ele era diferente de Voldemort.

Ah, uma parte que gosto muito nesse livro também é a fênix levando o chapéu seletor com a espada para o Harry e logo em seguida salvando a vida dele *-*

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

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Tenho uma coisa muito importante pra dizer aqui: eu amo Sirius Black. O Lupin é muito fofo! Eu adoro esse livro e a possibilidade de o Harry ter alguém para cuidar dele…

Mas minha parte favorita, quando Harry acha que viu o pai dele no lago e a conversa dele com Dumbledore, muitas vezes já pensei isso para mim mesma, lidando com minhas próprias perdas.

“Você acha que os mortos que amamos realmente nos deixam? Você acha que não nos lembramos deles ainda mais claramente em momentos de grandes dificuldades? O seu pai vive em você, Harry, e se revela mais claramente quando você precisa dele. (…) Sabe Harry, de certa forma você realmente viu o seu pai ontem à noite…Você o encontrou dentro de si mesmo”

Sério, essa é uma das minhas frases preferidas e uma lição de vida pra mim, trazida pelos livros. ❤

Harry Potter e o Cálice de Fogo

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Acho esse livro ótimo, muito bem escrito e adoro a parte do priori encantatem, em que o Harry pode ver um pouco os pais dele, achei lindo! Vamos aos trechos:

Amortecer a dor por algum tempo apenas a tornará pior quando você finalmente a sentir. Você demonstrou uma coragem acima da que eu poderia ter esperado. Estou pedido que a demonstre mais uma ver. Estou pedido que me conte o que aconteceu”

“Lembrem-se de Cedrico Diggory. Lembrem-se, se chegar a hora de terem de escolher enyte o que é certo e o que é fácil, lembrem-se do que aconteceu com um rapaz que era bom, generoso e corajoso, porque ele cruzou o caminho de Lorde Valdemort. Lembrem-se de Cedrico Diggory.”

A parte mais forte desse livro foi a morte do Cedrico, então, acho que esses trechos são os mais relevantes.

Harry Potter e a Ordem da Fênix

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Meu livro favorito. Li ele pela primeira vez em dois dias. Eu chorei tanto quando a Belatriz matou o Sirius. Odeio ela muito mais que o Valdemort. Mas amo, amo, amo esse livro. Adoro Fênix também e a ideia de superação, renascimento.

“Sirius era um homem corajoso, inteligente, dinâmico, e homens assim em geral não se contentam em ficar escondidos em casa, sabendo que outros estão correndo perigo.”

“Como o fato de que a pessoa que Sirius mais gostava no mundo era você. Como o fato de que você estava começando a encarar Sirius como uma espécie de pai e irmão.”

Amo, o livro e marcaria ele inteiro, mas queria salientar aqui o amor que unia o Harry e o Sirius. Essa coisa de padrinho, esse amor, esse sentimento do Harry de ter alguém para cuidar dele. É lindo!

Harry Potter e o enigma do Príncipe

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Esse livro é intrigante, eu diria. Eu terminei de ler ele, querendo matar Severo Snape! Não conseguindo entender como ele poderia não se rum fdp!

Amei o livro, e vou confessar aqui: a morte de Dumbledore, por mais dolorida que tenha sido, não foi tão ruim pra mim quanto Sirius!

“Você é por inteiro um homem de Dumbledore, não, Potter?

Sou. Que bom que deixamos isso claro.””

“Ah, Harry, com que frequência isso ocorre até entre melhores amigos! Casa qual acha que o que tem a dizer é muito mais importante do que qualquer coisa que o outro tenha a contribuir!”

“Harry, Harry, só porque Valdemort cometeu um grave erre o agiu seguindo as palavras da professora Trelawney! Se ele nunca tivesse matado seu pai, será que teria despertado em você esse furioso desejo de vingança? Claro que não! Se ele não tivesse forçado sua mãe a morrer por você, será que teria lhe conferido uma proteção mágica que ele não poderia penetrar? Claro que não, Harry. Você não está entendendo? O próprio Voldemort criou seu pior inimigo como fazem os tiranos em todos o mundo! Você tem ideia do medo que os tiranos sentem do povo que eles oprimem? Todos eles percebem que, um dia, entre suas muitas vítimas, com certeza haverá uma que se rebelará e revidará. Voldemort não é diferente! Ele sempre esteve atento ao aparecimento daquele que o desafiaria. Ele soube da profecia e entrou imediatamente em ação e, em consequência, não apenas escolheu o homem com mais probabilidade de liquidá-lo, mas lhe deu armas singularmente letais.”

“Não estou preocupado, Harry – Disse Dumbledore – Estou com você. *-*

Harry Potter e as Relíquias da Morte

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Esse livro para mim deu um fechamento muito bom à história. Deu importância aos outros amigos do Harry, como a Luna e o Neville. A Morte do coitadinho do Dobby. A morte do Fred, que na minha opinião é muito desnecessária. O Percy voltando pra família Wesley. As fraquezas e forças deles sendo testadas. Adoro quando o Harry vai pra floresta, acompanhado dos pai, Lupin e Sirius. Adoro a conversa dele com Dumbledore. Acho linda a história e o fechamendo e o Alvo Severo!

Vamos aos trechos:

Os pais não devem abandonar os filhos, a não ser que não possam evitar” Harry para Lupin.

(Essa é tão clássica que vou por até em inglês)

” – Since all this time?

– Always! Snape sobre seu amor por Lilian.” ❤

“Não tenha piedade dos mortos, Harry. Tenha piedade dos vivos e, acima de tudo, dos que vivem sem amor.”

“Claro que está acontecendo em sua mente, Harry, mas por que isto significaria que não é real?”

“À luta! à lura! à luta pelo meu senhor, defensor dos elfos domésticos! à luta contra o Lorde das Trevas, em nome do corajoso Régulo! Á luta!” (Aqui só um registro sobre o Monstro, que fiquei bem melhor ao ser tratado com respeito.)

“Você não matará mais ninguém hoje à noite. Você não será capaz de matar nenhum dele, nunca mais. Você não está entendendo? Eu estive disposto a morrer para impedir que você ferisse essas pessoas…

– Mas não morreu!

-…mas tive a intenção, e foi isso que fez a diferença. Fiz o que minha mãe fez. Protegi-os de você. Você não reparou que nenhum dos feitiços que lançou nele são duradouros? Você não pode torturá-los. Você não pode atingi-los. Você não aprende com os seus error, Riddle não é?”

Bom gente, fiz um texto, imenso, gigante, mas foi o menor que pude, espero que vocês gostem e tenham matado um pouquinho da saudade deles!

Beijos

Porque eu preciso falar sobre a Amanda

Gente, hoje eu tenho um assunto  bem diferente do que costumo falar por aqui, mas é que esse tema me doeu como se fosse uma amiga minha!

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Não assisto televisão praticamente nunca, e não acompanhei o BBB 15. Não vi o romance do Fernando e da Aline, não vi quase nada até o final, lia uma coisa ou outra na internet, mas não conheci metade dos personagens. Porém agora no final, a Amanda me chamou demais a atenção. Porquê? Porque ela é tão normal, tão humana, tão mulher. Acho que me senti parecida com ela e me compadeci da situação que ela tava exposta. Porque acho que toda mulher já foi a Amanda um dia. Olhou, quis, apaixonou (dane-se a lógica) e o cara era um completo babaca! Ficou com outra, tratando-a como princesa, e o pior, ela tinha que assistir, acompanhar, morar junto, tudo isso em rede nacional.

A Amanda desde o começo disse: “eu quero esse cara” ela deu a cara pra bater, foi atrás, teve atitude. Acho que faltou um pouco de amor próprio? Sim, acho! Acho que a grande diferença entre as duas é justamente essa. A Aline tinha ótima alto estima e a Amanda não. Espero muito que ela tenha melhorado isso agora.

Eu assisti a final do BBB, não porque queria torcer ou saber quem era o campeão. Assisti para ver com quem o Fernando ia ficar e estou acompanhando notícias por causa disso, embora desde o começo eu disse: “Se a Aline quiser, ele fica com ela”.

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Como disse antes, vejo na Amanda uma mulher real, que poderia ser minha amiga e com isso tenho dois sentimentos: pelo ego dela, queria que o Fernando ficasse com ela; pela felicidade dela, que ele fique com a Aline, até porque acho que ele realmente gosta, pois nunca tratou a Amanda com todas as declarações e amores que fazia para Aline. Toda perfeitinha, arrumadinha, maquiadinha, gostosinha. Uma mulher que pra mim não é de verdade, porque ninguém é sempre assim e isso cansa.

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Acho que tem muito mais valor uma panda gordinha como a Amanda (qualquer semelhança não é mera coincidência).

Acho que lá dentro as coisas são muito intensas mesmo e agora a Amanda tem muitas possibilidades de encontrar um cara muito melhor que o Fernando e ser valorizada como merece.

Por fim, só faço minhas as palavras da Amanda, que mesmo que tenha sido feita de idiota, idiota mesmo é quem faz. Pois pra mim ela é uma mulher determinada, sincera, com atitude e totalmente admirável por isso.

Ufa, fiz meu desabafo. Obrigada blog, por me permitir isso.

Ps. Não estou em uma situação parecida, tenho um ótimo namorado, apenas identifiquei muita verdade na Amanda e quis expor isso!

Beijos

Resenha: Carta de amor aos mortos – Ava Dellaira

Oi gente!

Eu tinha me prometido que eu não ia começar, pela milésima vez me justificando pela ausência mas aqui estou eu de novo. No último mês arrumei um emprego (finalmente) e me mudei. Então fiquei um bom tempo sem internet, e muito sem tempo. Agora consegui me organizar, um pouco, e apesar da correria, vim falar sobre Carta de amor aos mortos.

Eu li esse livro no carnaval e ele me tocou imensamente. Acho o nome dele meio mórbido, chocante aos que não conhecem a história, mas vale muito a pena ser lido.

Ele conta a história da Laurel, uma adolescente que está lidando com a morte da irmã mais velha. E ela faz isso escrevendo cartas para várias personalidades. Entendo que o livro conta uma evolução da Laurel, ela vai amadurecendo no decorrer das cartas, e isso acontece de uma forma que nós vamos compreendendo junto com ela o que aconteceu.

Eu terminei o livro com os olhos cheios de água, gosto disso, de livros que me tiram algo a mais. Como sempre, seguem alguns trechos (eu marquei quase o livro todo, mas prometo resumir):

” – Por que algumas coisas são mais difíceis de perder que outras?”

– Por causa do amor, claro. Quanto mais se ama alguma coisa, mais difícil é perder. […] Sabe, acho que, quando você perde alguma coisa próxima, é como perder a si mesmo. É por isso que, no final, até escrever fica difícil para ela. Ela quase não sabe como fazer. Porque quase não sabe quem ela é.”

“Mas na vida, a gente nunca tem certeza do que vai acontecer, mesmo que planeje tudo. Pode haver uma reviravolta, acontece sempre.”

“O que falei sobre salvar as pessoas não é verdade. Você pode achar que quer ser salva por outra pessoa, ou que quer muito salvar alguém. Mas ninguém pode salvar ninguém, não de verdade. Não de si mesmo. Você pega no sono no pé da montanha, e o lobo desce. E você espera ser acordada por alguém. Ou espera que alguém o espante, Ou atire nele. Mas, quando você se dá conta de que o lobo está dentro de você, é quando você entende. Não pode fugir dele. E ninguém que ama você consegue matar o lobo, porque ele faz parte de você. As pessoas veem seu rosto nele. E não vão atirar.”

“Um amigo é alguém que dá liberdade total para você ser você mesmo – e especialmente para sentir ou não sentir. Qualquer coisa que você sinta naquele momento está bom para ele. É o que o amor verdadeiro significa – deixar alguém ser ele mesmo. Obrigada por dizer isso, porque tenho pensado no assunto. Acho que há muito tempo estou tentando me sentir como acho que devo, em vez de ser quem realmente sou.”

” Você acha que conhece alguém, mas essa pessoa sempre muda, e você também está em transformação. De repente entendi que estar vivo é isso. Nossas próprias placas invisíveis se movem em nosso corpo e se alinham à pessoa que vamos nos tornar.”

Pronto gente, eu botei só as que achei mais “lição de vida” digamos assim. Mas adorei a história toda. Como eu disse antes, a Laurel amadurecendo no decorrer do livro; o Sky e seus mistérios; o drama dela com a mãe dela – admito que eu adorei essa parte; a relação dela com o pai, a tia, os amigos, enfim, gostei muito da Laurel e da forma como a autora conseguiu deixar ela tão humana, tão possível.

Recomendo muito a leitura!

Beijos