Os Vigadores 2: A Era de Ultron

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Bom, vou começar esse texto contando pra vocês que sou a irmã caçula de 03 homens, sendo que um dele, adora Homem-Aranha e X-Men, logo, eu cresci gostando desses filmes de meninos.

Já assisti todos os X-Men, e só não assisti o segundo Espetacular Homem -Aranha devido ao um spoiler do meu sobrinho que me deixou sem coragem.

Pois então, eu adorei os Vingadores! Acho o Thor lindo, o Capitão América fofo, Tony Stark inteligente, Hulk, simplesmente o herói mais antagônico que poderia haver (okay, fui meio mulherzinha ali né?). Mas adivinhem quem é meu Vingador preferido? A viúva negra!

Mas, focando, Os Vingadores 2: eu esperava mais! Eu gostei da história, embora a parte dos gêmeos tenha ficado vaga para mim (meu irmão me explicou depois), mas eu acho que a história teria ficado muito mais legal se tivesse sido melhor explorado os medos dele, se tivessem contado um pouco mais do treinamento da Natasha, sei la, algo mais humano e menos máquina.

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De qualquer forma foi uma história boa, gostei do final, apesar de ter sido meio X-Men, mas, como gosto de X-men, eu gostei.

Além disso, admirei ainda mais a viúva negra. A heroína que foi treinada para ser assassina. Natasha é sem dúvida o personagem mais completo, mais complexo e mais humano dentre os Vingadores. Depois do filme, eu fui pesquisar mais sobre a história dela, desde os quadrinhos e fiquei com muita vontade de assistir Agente Carter, que conta a história de quando a união soviética treinava meninas desde a infância para se tornarem assassinar, o projeto viúva negra.

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Queria um filme da viúva negra! Vamos lá Marvel! Hahaha

Então gente, apesar das minhas ressalvas, recomendo muito os Vingadores, adoro todos os personagens, cada um em sua essência, e em alguns como Hulk, Natasha e Tony Stark, foram ainda melhores trabalhados nesse filme.

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Malévola – Uma fábula realista

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Gente, eu ontem a noite eu assisti Malévola, e eu estou apaixonada!

Nunca gostei muito da história da Bela Adormecida, achava meio sem graça, mas eu amei a história da Malévola, e principalmente, eu gostei da lição da história.

Em primeiro lugar gostei de ter tido uma explicação para a bruxa má e porque ela quis amaldiçoar a princesa! Não era ambiciosa como se pensava, mas uma mulher magoada, traída, sofrendo.

Outra coisa, adorei a Aurora, o sorriso era realmente contagiante, a ela vendo a Malévola como fada madrinha dela, foi demais! Sem falar em todas as vezes em que a “bruxa má” salvou a princesa.

Mas a lição principal da fábula pra mim, que foi o que me fez pensar no título desse texto, é que: no início do filme, falavam com os reinos só poderiam ser unificados por um herói ou um vilão, e ao final do filme vimos que quem os unificou foi alguém que era ao mesmo tempo herói E vilão. Isso não parece mais realista para vocês?

Nós, seres humanos, temos mágoas, temos sentimentos egoístas, temos sentimentos ruins dentro de nós, assim como os sentimentos ruins. Tenho a visão de que não existem heróis ou vilões, todos temos luz e sombra dentro de nós, como já escrevi aqui no blog.

Outra coisa que gostei muito no Malévola, foi que tal como no Frozen, não foi o príncipe que demonstrou amor verdeiro e salvou a princesa. Gosto da ideia de contos de fada mostrando que existem amores mais forte do que os do príncipe e da princesa que vivem felizes para sempre.

Então essa foi a lição de Malévola pra mim e eu adorei, mesmo! Quero ver de novo já! haha

Além de uma história maravilhosa, o filme foi muito bem feito e todos os atores estavam fantásticos!

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Angelina Jolie, magnifica! Ainda mais em um filme que ela protagonizou “sozinha”, ela deu todos os tons à Malévola e foi a atriz perfeita pro papel.

Ella Purnel, se fosse filha da Angelina não era tão perecida! E uma ótima atuação também!

Também adorei ver que uma das filhas do Brad Pitt e da Angelina Jolie fez a Aurora bebê.

Falando em Aurora, Elle Fanning foi ótima como a doce e otimista Aurora, eu adorei! Achei que ela cativou, não só Malévola, mas todos.

Sharlto Copley foi muitíssimo bem como o ambicioso Rei Stefan, principalmente na loucura e paranoia dele.

Ah, e uma observação que não posso deixar de fazer: Dolores Umbridge nunca será uma fada hahahah

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Um filme, na minha opinião irretocável.

Recomendo muito!

Sobre 50 tons de cinza

Eu li a trilogia dos 50 tons e, sim, eu gostei!

Gostei mesmo, gostei da parte sexual, gostei do romance. Sei que muita gente acha machista, acha baixo até, porém eu gostei. E aceito qualquer crítica sobre a história desde que quem esteja falando mal, tenha lido.

Eu achei o 50 tons de cinza com partes meio chatas, toda a negociação do contrato e etc, mas, pra mim, o 50 tons mais escuros achou a harmonia entre o romance e o sexo. Afinal, apesar de ele ser sadomasiquista, por ela não ser, são apenas tendências, todas negociadas e consentidas e não vejo nada demais nisso. Uma mulher optou por aquilo, não se humilhou, nem nada assim, na minha opinião. Também não vejo como algo machista, uma mulher que se sujeitou a tudo por um homem rico! Não!! Ela mudou Christian Grey. Não o contrário. O 50 tons de esperança passou a ser um romance comum, com a única diferença de que nesse “viveram felizes para sempre”, eles fizeram isso e também trasavam. Algum mal nisso?

Pois é, com todas essas minhas opiniões, eu queria muito ver o filme. Admito que era uma história muito difícil de transformar em filme. Porém, ao meu ver, a transformação foi desastrosa.

A começar pelo elenco: Christian Grey não era sexy, não era intimidador, não era apaixonante. Ele sequer era expressivo. A Kate, gente, ela tava se formando. Aquela atriz parecia bem mais velha para ser a colega de quarto da Ana. O José, por favor, colocassem um latino mais sexy. Mia e Elliot, alguém esqueceu de contar que eles deviam ser lindos?

Gostei do Taylor e um salva de palmas pra Dakota interpretando a Ana e sendo a única coisa boa do filme.

Continuando minha chuva de críticas: cadê o sexo? O filme teve menos sexo que a novela das 21. E as cenas que tiveram não eram nada tórridas. Quando eu achava que ia esquentar, mudava a cena. Senti falta de ver a Mrs, Robbinson. E acho que se era pra contar a história desse jeito que fizessem toda a trilogia em um só filme. Tudo ficou muito superficial. O romance, as famílias, nada foi explicado..As marcas do Christian, porque ele ficou assim. Nossa, senti falta de muita coisa.

Como eu já disse, admito que era muito difícil adaptar essa história, mas na minha visão, não conseguiram fazer isso de uma forma que atraísse.

Em resumo: Gosto da trilogia, detestei o filme.

Um dia – sobre um filme que não me marcou

Recentemente estive de repouso e, com o tempo livre, resolvi organizar meu notebook.

Então, eu achei esse filme, Um dia, nos meus arquivos e lembrei que eu queria ver ele, mas não lembrava porque eu não tinha assistido, ai resolvi assistir.

O problema é que logo que comecei a ver o filme, percebi que na verdade, eu já tinha assistido sim, mas não lembrava como terminava, eu ia lembrando conforme fui assistindo e assim vi o filme novamente até o final.

Sei que o filme é adaptação de um livro, e admito que não li. Fiquei interessada no filme porque uma amiga minha vivia postando coisas relacionadas a ele no Facebook, e despertou minha curiosidade.

A história é bonitinha, dois melhores amigos, muito diferentes, seguem suas vidas, até verem que sempre foram apaixonados e etc. Um clichê, com drama, e eu, particularmente, gosto de clichê e de drama. Então, porque eu não gostei desse filme?

Porque não me marcou. Não me fez chorar. Não me fez lembrar dele. Isso pra mim, faz com que o filme seja fraco.

Os atores são bons, a história é boa, mas por algum motivo não me tocou, não me sensibilizou.

Uma impressão muito pessoal, tenho certeza que muita gente ama, mas pra mim, somente médio.

E vocês, o que acharam?

Série: White Collar

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Oi pessoal, hoje vim aqui falar, pela primeira vez sobre uma série.

Estou acompanhando várias no momento, mas só quero falar delas depois, mas agora estou no universo dos heróis.

Porém, eu adoro séries policiais, e, admito, acabo adorando alguns criminosos.

Já postei aqui sobre Dexter, o serial killer mais amado que poderia existir.

E hoje vim falar para vocês sobre outro criminoso: Neal Caffrey.

Quem não cai na sedução de Matt Bomer? Fantástico como o melhor e mais querido golpista que poderia haver. E aquele chapéu? Puro charme!

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Mas voltando ao seriado, Neal Caffrey era um golpista muito talentoso que foi preso por Peter Burke (Tim Dekay), porém, fez um acordo com o FBI e após conquistarem confiança mútua, Peter e Neal se tornam mais que parceiro, verdadeiros amigos.

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A série foi exibida em 06 temporadas e chegou ao fim no mês de dezembro de 2014. A terceira temporada, na minha opinião, foi a melhor,

Antes de falar sobre a 6ª temporada quero destacar “pessoas” (sim, porque me apego aos personagens como pessoas reais) que fazem White Colar melhor.

Elizabeth Burke (Tiffani Thiessen), a mulher do Peter, uma verdadeira companheira e que mostra uma relação que realmente dá certo. Eles são tão admiráveis, e a El é o tipo de mulher que nos faz querer ser assim também.

Mozzie (Willie Garson), o fiel escudeiro do Neal, um golpista com mania de perseguição, muitas teorias de conspiração, mas um personagem muito, mas muito carismático, e que me deixa com aquele pensamento, sem o Moz, o Neal não seria quem é.

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Sara (Hilarie Burton), Alex (Gloria Votsis), Kate (Alexandra Daddario), as mulheres de Neal, lindas e perigosas, cada uma a seu modo, não é a toa que ganharam o coração do golpista mais cobiçado.

Mattew Keller (Ross Mccall), um ser repugnante, irritante, horroroso. Eu detesto o Keller, e por isso ele vale a pena! Até o sotaque inglês que ele tem, e que eu gosto, nele me irrita, e na 6ª temporada o Keller é essencial.

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Só citando alguns.

Sobre a 6ª Temporada, confesso que fiquei “decepcionada” de serem só 06 episódios, e admito também que comparado com as outras temporadas, achei meio fraca, exceto por três motivos:

– Adorei o Peter e a El terem um bebê, e especialmente o nome dele ser Neal;

– Adorei o Peter se infiltrando no mundo do crime e se saindo um ótimo “ladrão”;

– Adorei o final! A season finale é fantástica! Chocante, muito bem construída e quase me fez chorar. Achei o final coerente e perfeito para os personagens.

Fiquei com algumas dúvidas, como se o Mozzie sabia do plano ou não.

Obviamente, não vou contar qual o plano, só assistindo para saber, mas é impecável.

Além disso, a conversa do Neal com o Peter e a El, dizendo que eles eram uma família pra ele, ou agradecendo o Peter por ver o lado bom dele, ou ainda, agradecendo o acolhimento da June, foi demais!

A série como um todo é muito boa, tem investigação criminal, FBI e esse tipo de coisas que eu adoro! Tem amizade, lealdade, confiança, coisas que me fazem admirar ainda mais a série. Tem o casal mais fofo do mundo entre Peter e Elizabeth, um casal que realmente dá certo.

E tem um criminoso, nem correto, nem errado, totalmente carismático e com valores. Sim, é contraditório e essa é a graça. Gosto das séries que me mostram que ninguém é totalmente virtude, nem totalmente defeitos.

I will miss you Neal Caffrey!

Au revoir

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Antes que termine o dia – o filme mais marcante que já assisti

Leia ao som de Love Show you everything – Jennifer Love

 

“Ian: Não consigo fazer ela feliz, como amar alguém sem saber como amá-la?
Taxista: Então, a ama?
Ian: Sim, amo muito.
Ian: Viajará amanhã, por duas semanas, e quer me levar, mas eu não quero ir!
Taxista: E se ela não voltar?
Ian: O que quer dizer com isso?
Taxista: Imagine, despedem-se, ela entra no avião e nunca mais a vê, poderia viver assim?
Ian: Não! não poderia..
Taxista: Sabe o que fazer, aprecie o que tem, Ame-a.”

If Only estreiou em 2004, sob a direção de Gil Junger, contando a história do casal Ian e Sam.

O filme inicia contando um dia do casal e mostrando como era o dia a dia deles. Com o Ian focado no trabalho e a Sam na relação.

Logo no começo do filme, Ian está nervoso por uma reunião muito importante e a Sam já diz uma frase que me marcou e que eu repito, no mínimo mentalmente frequentemente:

“[…] E daqui 50 anos as pessoas ainda vão morrer. Você não pode alterar o destino. Não tem como controlar isso. A única coisa que você pode controlar são suas escolhas.”

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O dia deles vai passando e ao final, eles rompem o relacionamento, devido a dificuldade do Ian em se envolver realmente, em dar o amor e  atenção que a Sam precisa.

Samantha: Eu sei! e isso me mata! se tivesse havido só um dia em que nada importasse além de nós!
Ian: Eu adoro você!
Samantha: Não quero ser adorada! quero ser amada!”

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Nesse momento (SPOILER!!), ocorre um acidente de carro vitimando a Sam. Ian então volta pra casa arrasado, lê o diário dela, sofre a perda do amor que na verdade não sabia valorizar.

“Dizem que um dos dois sempre ama mais, meu Deus, quem dera que não fosse eu!”

No dia seguinte, Ian acorda com a voz da Sam, ele se assusta e descobre que foi apenas um sonho.

Porém nesse dia, as coisas vão acontecendo exatamente como no sonho e o Ian tem a oportunidade de mudar suas escolhas, afinal como a Sam mesmo disse, lá no início, não podemos mudar o destino, apenas as nossas escolhas.

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Então eles passam um dia perfeito, apenas para os dois, eles vão para a cidade natal do Ian, ele leva a Sam no London Eye, ocorre a formatura da Sam em música, o Ian estimula ela a cantar, ele da uma pulseira muito fofa pra ela (admito que sempre quis ganhar algo nesse sentido), na pulseira tinha um violino (ela tocava), uma torre Eifel (eles queriam conhecer), o trem (que eles pegaram naquele dia), uma frigideira (Ian diz que a Sam era a única pessoa que ele conhecia que sabia virar a panqueca no ar) e um coração (o do Ian).

Ian: Uma nota musical, um violino, uma flor! não há sentido, exceto que é delicado, como você! O trem que pegamos hoje, a torre Eiffel, que queremos tanto ver, e tem uma frigideira! Você é a única pessoa que conheço que consegue girar a panqueca,um coração! O meu. É seu agora!”

Ao final do dia, Ian sabe o que vai acontecer, e ele diz coisas tão lindas para ela, que é impossível não transcrever:

Ian: Eu a amo desde o dia em que a conheci, mas não me permiti sentir isso até hoje, estava sempre dando um passo a frente, tomando decisões para nos livrar do que tememos! Pelo que aprendi com você hoje, cada escolha foi diferente, e minha vida mudou completamente, aprendi que quando se faz isso, vive-se inteiramente, não importa se tem 5 minutos ou 50 anos. Samantha, se não fosse por hoje ou por você nunca conheceria o amor, Obrigado por ser a pessoa que me ensinou a amar, e ser amado.”

Eles entram no táxi, Ian protege a Sam com o corpo e morre no lugar dela.

Sim, é muito dramático, choro mesmo sabendo o final sempre. Mas é lindo e tão romântico, a forma como ele descobre que não suportaria estar sem ela e como ele muda cada escolha do dia dele por eles.

(No bar, na cidade de Ian)

Samantha: A morte não coloca fim ao amor.
Ian: Você acha?
Samatha: Eu tenho certeza!

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Acho que essa é a lição do amor que Antes que termine o dia me trás: Amar é fazer escolhas diariamente. Significa abrir mão de coisas, de pessoas, por alguém, por algo muito maior e duradouro.

Além disso, também trouxe como lição para mim: sempre diga a quem você ama, o quanto você ama. A gente nunca sabe quando vai ser a última vez. Devemos dizer que amamos, o quanto amamos, dar um abraço, um beijo.

Já faz uns 8 anos que asssiti esse filme e nenhum outro me tocou tanto até hoje. Temos muito o que aprender com o Ian e Sam.

Não podemos mudar o tempo, apenas nossas escolhas. Deixe quem você ama ciente disso. Preste atenção as suas escolhas. Pra terminar a frase que eu mais penso sobre antes que termine o dia:

“Os sonhos são mensagens da alma, devemos prestar atenção neles!”

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Assista o filme aqui:

Todos têm seu Passageiro Sombrio

“A Série Dexter é baseada no romance policial “Darkly Dreaming Dexter”, de Jeff Lindsay, e conta a estória de um estranho homem chamado Dexter Morgan.Dexter é uma pessoa que já nasceu com instinto assassino. é adotado aos três anos de idade por Harry Morgan (James Remar) e Doris (Kathrin Middleton), depois de ter se tornado órfão. Após detectar sua tendência homicida, o pai de Dexter decide ensinar a ele um código no intuito de canalizar a raiva do filho para situações mais propícias à violência. Nesta nova lógica, Dexter deve matar apenas assassinos de pessoas inocentes com a condição de provar sua culpa. Ele inicia o desenvolvimento de diversas estratégias usando seu conhecimento e a experiência para realizar sua nova função.Ele é charmoso, bronzeado, encantador, tem um grande emprego, é ótimo com crianças e amável com sua namorada. Tudo isso faz dele um homem socialmente perfeito. Essa é a premissa de Dexter, a série dramática do Showtime que estreou no dia 01 de outubro de 2006. Michael C. Hall, de “Six Feet Under”, interpreta o personagem principal, um especialista forense em padrões de espalhamento de sangue da polícia de Miami que, nas horas de folga, persegue e mata assassinos que de alguma forma escaparam da justiça. Ele é um serial killer cheio de princípios que, de certo modo, está fazendo do mundo um lugar melhor.Se isso soa sombrio, é porque realmente é. E também é, surpreendentemente, engraçado, legal e intrigante.”*

Dex

Há alguns anos meu irmão veio com um seriado pra eu assistir “Dexter”. O primeiro episódio passou muito tempo no meu computador sem que eu me sentisse atraída para assisti-lo. Afinal, porque eu ia querer ver um seriado de Serial Killer?

Pois bem, um dia meu irmão assistiu comigo o bendito episódio, “Today is the day, and will happened again, and again”. Essa frase marca Dexter Morgan para mim.

Acabei assistindo todos os episódios e chorei como um bebê no último episódio da última temporada, porque como Dexter mesmo se define, ele é um monstro único. Ele nos faz ter empatia por um psicopata.

Atualmente estou lendo “Duplo Dexter”. Sempre soube que Dexter era inspirado em livros, mas confesso: eu prefiro a série. O livro é bem diferente, ele convive com um irmão, a filha dele é uma menina, e a Debra tem um filho (citando aqui bem por alto para não estragar surpresas). Além disso achei o livro arrastado e até entediante. O final me agradou bastante, foi um final clássico de Dexter. Acho que a história era ótima, só que o jeito arrastado de contar a história que cansava. Por fim no livro mostra ele sendo como uma pessoa má, e essa não é a imagem que o seriado passa. No contexto geral e fazendo todas as ressalvas, ao final eu gostei do livro.

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Recentemente também comecei a assistir “Dupla Identidade”, mas o Edu apenas me deu medo, não consegui sentir empatia por ele, diferentemente do Dex.

Porém meu texto hoje não é uma resenha e todos esses meus comentários sobre Dexter são apenas uma introdução. Hoje o que eu quero falar é sobre o carga de escuridão que todos tem dentro de si.

O Dexter pensa que faz mal a todos que ele ama, ele trata a parte sombria dele como “Dark Passenger”, o Passageiro Sombrio. Claro que a maioria das pessoas não são seriais killers como ele, mas creio que posso afirmar: todos nós temos nosso passageiro sombrio.

Ninguém é 100% virtude, ninguém durante toda a vida nunca teve pensamentos obscuros, verdadeiramente sombrios sobre si ou para os outros? E não, isso não é totalmente errado. É apenas humano. Obviamente não devemos fazer mal a ninguém, muito menos sair por ai matando pessoas, mesmo que seja num sentido justiceiro como o de Dexter Morgan.

O que eu quero dizer é que todos somos luz e sombra e aceitar quem somos na plenitude nos ajudará inclusive a fazer as escolhas mais acertada.

Todos nós carregaremos para sempre nosso “Dark Passenger” e ele pode ser um fardo ou um amigo. Tratando-o como um fardo, ele pesará muito mais. Porém se for um amigo, nós o ouviremos, e a seguir julgaremos nossos pensamentos e a luz que carregamos iluminará nossa parte sombria tal como o sol produz sombra sem deixar de ser fonte de vida.

Sejamos pequenos sóis de nós mesmo. Aceitando que ao iluminar, inevitavelmente produziremos sombras.

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*A sinopse e a primeira imagem foram retiradas da internet.