Resenha: Sem Esperança (Losing Hope)

Eu li “Um Caso Perdido, de Colleen Hoover e adorei! (Resenha aqui) Então, quando eu soube que tinha saído o livro “Sem Esperança”, que é o primeiro livro na visão do Holder, logo eu quis muito ler.

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E eu gostei muito do livro. Logicamente, boa parte da história eu já sabia por causa da visão da Sky, mas foi muito bacana ver por outro ângulo.

Primeiro porque eu conheci melhor a Less, irmã do Holder, que cometeu suicídio, e pude ver o quanto ele realmente sentiu. Confundia, as vezes, a história com a Laurel, do “Carta de Amor aos Mortos”, acho que pelo amor aos irmãos, que eles não entenderam porque os deixaram.

Também a amizade dele, com o amigo gay da Sky, ficou mais claro…Ah também gostei de saber que a mãe dele e a Less sabiam de tudo, o que ele só descobriu no final do livro…Foi uma leitura muito boa de se fazer. E eu recomendo, muito!

Destaco aqui dois trechinhos pra vocês:

“[…]E sei que fez o seu melhor por Less, mãe.Espero que saiba disso também. Você fez tudo que podia, mas às vezes nem todo amor materno e fraterno do mundo é suficiente para tirar alguém do pesadelo que vive. Precisamos apenas aceitar que as coisas são como são, e nem toda a culpa e arrependimento do mundo vão mudar isso.”

“Eu poderia listar todas as coisas a seu respeito de que sinto falta e ficar sentindo pena de mim mesmo novamente. Mas, no último ano, aprendi o que realmente significa sentir a fala de alguém. Para sentir a falta de alguém, essa pessoa primeiramente precisa ter tido o privilégio de ter esse alguém em sua vida. E, por mais que dezessete anos não apreçam tempo suficiente ao seu lado, ainda são dezessete anos a mais que eu tive em comparação às pessoas que nem a conheceram. Então, pensando assim…tenho muita sorte. Sou o irmão mais sortudo do mundo. Agora vou viver minha vida, Les. Uma vida que realmente tenho vontade de viver, e nunca achei que ia ser capaz de dizer isso. Mas, ao mesmo tempo, eu realmente achava qe eu nunca mais teria esperança na vida, mas agora eu a encontro todos os dias. E as vezes eu a vojo à noite também…no Skype. Amo você”

Bom pessoal, é um livro lindo, de amor fraterno, mais do que qualquer outra coisa. É o Holder se salvando de si mesmo e de todas as suas culpas, reencontrando a Esperança, em todos os sentidos!

Boa leitura!

Beijos

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Os Vigadores 2: A Era de Ultron

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Bom, vou começar esse texto contando pra vocês que sou a irmã caçula de 03 homens, sendo que um dele, adora Homem-Aranha e X-Men, logo, eu cresci gostando desses filmes de meninos.

Já assisti todos os X-Men, e só não assisti o segundo Espetacular Homem -Aranha devido ao um spoiler do meu sobrinho que me deixou sem coragem.

Pois então, eu adorei os Vingadores! Acho o Thor lindo, o Capitão América fofo, Tony Stark inteligente, Hulk, simplesmente o herói mais antagônico que poderia haver (okay, fui meio mulherzinha ali né?). Mas adivinhem quem é meu Vingador preferido? A viúva negra!

Mas, focando, Os Vingadores 2: eu esperava mais! Eu gostei da história, embora a parte dos gêmeos tenha ficado vaga para mim (meu irmão me explicou depois), mas eu acho que a história teria ficado muito mais legal se tivesse sido melhor explorado os medos dele, se tivessem contado um pouco mais do treinamento da Natasha, sei la, algo mais humano e menos máquina.

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De qualquer forma foi uma história boa, gostei do final, apesar de ter sido meio X-Men, mas, como gosto de X-men, eu gostei.

Além disso, admirei ainda mais a viúva negra. A heroína que foi treinada para ser assassina. Natasha é sem dúvida o personagem mais completo, mais complexo e mais humano dentre os Vingadores. Depois do filme, eu fui pesquisar mais sobre a história dela, desde os quadrinhos e fiquei com muita vontade de assistir Agente Carter, que conta a história de quando a união soviética treinava meninas desde a infância para se tornarem assassinar, o projeto viúva negra.

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Queria um filme da viúva negra! Vamos lá Marvel! Hahaha

Então gente, apesar das minhas ressalvas, recomendo muito os Vingadores, adoro todos os personagens, cada um em sua essência, e em alguns como Hulk, Natasha e Tony Stark, foram ainda melhores trabalhados nesse filme.

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I Congresso Jurídico

Nos dias 15 e 16 de maio ocorreu em Osório, o 1º Congresso Jurídico da cidade.

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Desde que vi os palestrantes quis muito assistir, e não me arrependi nenhum pouco de ter passado minha noite de sexta e meu dia de sábado na faculdade em que me formei.

Aliás, senti muito orgulho da instituição que me formei e das pessoas que a coordenam e conseguiram trazer grandes nomes para o evento.

Para começar, simplesmente Araken de Assis. Para que é do ramo, dispensável apresentações, mas ele é um desembargador aposentada, atualmente advogado, tem inúmeros livros publicados! Iniciou o congresso falando sobre o Novo Código de Processo Civil e foi escolhido, com todo mérito, patrono do evento.

A seguir, André Callegari, falando muito bem sobre Direito Penal.

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No segundo dia, literalmente, um SHOW! Dr. Antônio Prestes, prendeu atenção da turma as 9 horas da manhã de sábado! Apresentou o tema com conhecimento, com maestria, com música, um verdadeiro espetáculo, de um mestre, sem dúvidas! Sem falar no tema: “Feminicídio: avanço ou retrocesso? Concordo com ele que é um retrocesso e foi uma palestra que se durasse o dia todo, ninguém reclamaria! Foi aplaudido de pé pelo auditório.

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Dr. Conrado Paulino Rosa, falando sobre alienação parental. Além de uma análise prática, ele falou sobre a verdadeira vítima da alienação: o filho! Deixou lições importantíssimas.

Teve também Dr. Fernando Barreto que palestrou sobre a perícia criminal. Primeiro acabando com o sonho dourado de quem gosta de CSI e Criminal Minds, dizendo que não é daquela forma, mas também, demonstrando as formas e programas que existem para desvendar crimes quase perfeitos.

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E por último, Dr. Jean Severo sobre o Tribunal do Juri, um advogado, sem dúvida, absurdamente inteligente, e por isso tem meu respeito.

Não citei todos os palestrantes, porém foram horas muito bem aproveitadas, mais do que um certificado, adquiri muito conhecimento.

Meus parabéns à cidade de Osório, à Facos, aos que organizaram esse evento. Estou muito orgulhosa de ter feito parte disso!

Malévola – Uma fábula realista

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Gente, eu ontem a noite eu assisti Malévola, e eu estou apaixonada!

Nunca gostei muito da história da Bela Adormecida, achava meio sem graça, mas eu amei a história da Malévola, e principalmente, eu gostei da lição da história.

Em primeiro lugar gostei de ter tido uma explicação para a bruxa má e porque ela quis amaldiçoar a princesa! Não era ambiciosa como se pensava, mas uma mulher magoada, traída, sofrendo.

Outra coisa, adorei a Aurora, o sorriso era realmente contagiante, a ela vendo a Malévola como fada madrinha dela, foi demais! Sem falar em todas as vezes em que a “bruxa má” salvou a princesa.

Mas a lição principal da fábula pra mim, que foi o que me fez pensar no título desse texto, é que: no início do filme, falavam com os reinos só poderiam ser unificados por um herói ou um vilão, e ao final do filme vimos que quem os unificou foi alguém que era ao mesmo tempo herói E vilão. Isso não parece mais realista para vocês?

Nós, seres humanos, temos mágoas, temos sentimentos egoístas, temos sentimentos ruins dentro de nós, assim como os sentimentos ruins. Tenho a visão de que não existem heróis ou vilões, todos temos luz e sombra dentro de nós, como já escrevi aqui no blog.

Outra coisa que gostei muito no Malévola, foi que tal como no Frozen, não foi o príncipe que demonstrou amor verdeiro e salvou a princesa. Gosto da ideia de contos de fada mostrando que existem amores mais forte do que os do príncipe e da princesa que vivem felizes para sempre.

Então essa foi a lição de Malévola pra mim e eu adorei, mesmo! Quero ver de novo já! haha

Além de uma história maravilhosa, o filme foi muito bem feito e todos os atores estavam fantásticos!

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Angelina Jolie, magnifica! Ainda mais em um filme que ela protagonizou “sozinha”, ela deu todos os tons à Malévola e foi a atriz perfeita pro papel.

Ella Purnel, se fosse filha da Angelina não era tão perecida! E uma ótima atuação também!

Também adorei ver que uma das filhas do Brad Pitt e da Angelina Jolie fez a Aurora bebê.

Falando em Aurora, Elle Fanning foi ótima como a doce e otimista Aurora, eu adorei! Achei que ela cativou, não só Malévola, mas todos.

Sharlto Copley foi muitíssimo bem como o ambicioso Rei Stefan, principalmente na loucura e paranoia dele.

Ah, e uma observação que não posso deixar de fazer: Dolores Umbridge nunca será uma fada hahahah

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Um filme, na minha opinião irretocável.

Recomendo muito!

Resenha: A última carta de amor

Oi gente!

Hoje vim falar de um livro, que eu comprei pela capa! hahaha

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Na verdade eu li Como eu era antes de você, da Jojo Moyes, e eu amei o livro! Amei demais, adorei a escrita da autora e tudo, tem resenha dele aqui no blog. Então senti vontade de ler todos os livros da autora.

Foi ai que pesquisando eu descobri A última carta de amor, e eu achei a capa tão linda! E depois lendo, vi que no interior tinha o detalhe do laço, achei muito lindo! Então eu, finalmente, consegui ler essa semana e vim aqui contar um pouquinho pra vocês.

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O livro conta, de certa forma, as histórias muito diferentes, de mulheres diferentes em tempos diferentes.

Começa falando da Ellie, uma jornalista, que tem um caso com John, que é casado. Ela sente a vida dela em stand by, esperando por uma relação que ela sabe que não leva a nada. Enquanto isso, o trabalho dela declina, pois ela fico tortorando a si mesma, tentando entender as entrelinhas do John – que na verdade não querem dizer nada – (mulheres…). Então ela encontra uma carta de B para J.

Então somos transportados para a história de Jenny. Uma linda e cobiçada mulher dos anos 60, casada com um empresário muito bem sucedido, que sofre um acidente e perde a memória.

Uma pequena crítica ao livro aqui: eu demorei para entender o lapso temporal da história da Jenny, o que tinha acontecido antes ou depois do acidente, ficou confuso, para mim pelo menos.

Continuando…Jenny perde a memória até que encontra uma carta de B, e descobre que tinha um amante, do qual ela não de lembra.

Conta-se toda uma história, inclusive da J e do B, mas eu não vou contar para vocês para não estragar o livro. O que posso contar? As cartas são lindas! Eu adoraria receber cartas de amor tão profundas (#ficadica). Um romance típico dos anos 60.

Então após entendermos a história da Jenny, voltamos para a Ellie, cada vez mais enrolada. Essas duas mulheres se conhecem, e ajudam uma a outra a resolverem seus enlaces amorosos.

Eu gostei do livro. Um romance bem fofo, com pitadas de humor inteligente, falando de duas mulheres inteligente, mas eu esperava mais do livro. É um estilo bem diferente de Como eu era antes de você, que foi um livro que me marcou muito. A última carta de amor foi mais clichê, não me arrebatou da mesma forma.

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Mas, Jojo Moyes é ótima e eu recomendo a leitura do livro!

Vamos a uns trechinhos?

“Tenho medo do que sinto por você. Tenho medo de amar tanto alguém.”

“E, se sentir que foi a decisão acertada, saiba ao menos isso: em algum lugar deste mundo há um homem que a ama, que entende o quão preciosa e inteligente e boa você é. Um homem que sempre a amou e que, por mais que tente evitar, desconfia que sempre a amará.”

“Mas que de repente me dei conta, no meio daquela pequena cena de loucura, que tem alguém que nos entenda, que nos desejem que nos veja como uma versão melhorada de nós mesmos é o presente mais incrível. Mesmo que não estejamos juntos, saber que, para você, sou esse homem, é uma fonte de vida para mim.”

“-Eu não tive a intenção de me apaixonar. […] Não tive mesmo.

– Besteira. Você faz uma escolha. Todo mundo faz uma escolha.

[…]

– Mas você não é uma vítima das circunstâncias. ”

“Os jovens não tem o monopólio dos corações partidos. Aprendi uma coisa há muito tempo: o se é um jogo muito perigoso mesmo.”

Boas leituras!

Sobre 50 tons de cinza

Eu li a trilogia dos 50 tons e, sim, eu gostei!

Gostei mesmo, gostei da parte sexual, gostei do romance. Sei que muita gente acha machista, acha baixo até, porém eu gostei. E aceito qualquer crítica sobre a história desde que quem esteja falando mal, tenha lido.

Eu achei o 50 tons de cinza com partes meio chatas, toda a negociação do contrato e etc, mas, pra mim, o 50 tons mais escuros achou a harmonia entre o romance e o sexo. Afinal, apesar de ele ser sadomasiquista, por ela não ser, são apenas tendências, todas negociadas e consentidas e não vejo nada demais nisso. Uma mulher optou por aquilo, não se humilhou, nem nada assim, na minha opinião. Também não vejo como algo machista, uma mulher que se sujeitou a tudo por um homem rico! Não!! Ela mudou Christian Grey. Não o contrário. O 50 tons de esperança passou a ser um romance comum, com a única diferença de que nesse “viveram felizes para sempre”, eles fizeram isso e também trasavam. Algum mal nisso?

Pois é, com todas essas minhas opiniões, eu queria muito ver o filme. Admito que era uma história muito difícil de transformar em filme. Porém, ao meu ver, a transformação foi desastrosa.

A começar pelo elenco: Christian Grey não era sexy, não era intimidador, não era apaixonante. Ele sequer era expressivo. A Kate, gente, ela tava se formando. Aquela atriz parecia bem mais velha para ser a colega de quarto da Ana. O José, por favor, colocassem um latino mais sexy. Mia e Elliot, alguém esqueceu de contar que eles deviam ser lindos?

Gostei do Taylor e um salva de palmas pra Dakota interpretando a Ana e sendo a única coisa boa do filme.

Continuando minha chuva de críticas: cadê o sexo? O filme teve menos sexo que a novela das 21. E as cenas que tiveram não eram nada tórridas. Quando eu achava que ia esquentar, mudava a cena. Senti falta de ver a Mrs, Robbinson. E acho que se era pra contar a história desse jeito que fizessem toda a trilogia em um só filme. Tudo ficou muito superficial. O romance, as famílias, nada foi explicado..As marcas do Christian, porque ele ficou assim. Nossa, senti falta de muita coisa.

Como eu já disse, admito que era muito difícil adaptar essa história, mas na minha visão, não conseguiram fazer isso de uma forma que atraísse.

Em resumo: Gosto da trilogia, detestei o filme.

Um dia – sobre um filme que não me marcou

Recentemente estive de repouso e, com o tempo livre, resolvi organizar meu notebook.

Então, eu achei esse filme, Um dia, nos meus arquivos e lembrei que eu queria ver ele, mas não lembrava porque eu não tinha assistido, ai resolvi assistir.

O problema é que logo que comecei a ver o filme, percebi que na verdade, eu já tinha assistido sim, mas não lembrava como terminava, eu ia lembrando conforme fui assistindo e assim vi o filme novamente até o final.

Sei que o filme é adaptação de um livro, e admito que não li. Fiquei interessada no filme porque uma amiga minha vivia postando coisas relacionadas a ele no Facebook, e despertou minha curiosidade.

A história é bonitinha, dois melhores amigos, muito diferentes, seguem suas vidas, até verem que sempre foram apaixonados e etc. Um clichê, com drama, e eu, particularmente, gosto de clichê e de drama. Então, porque eu não gostei desse filme?

Porque não me marcou. Não me fez chorar. Não me fez lembrar dele. Isso pra mim, faz com que o filme seja fraco.

Os atores são bons, a história é boa, mas por algum motivo não me tocou, não me sensibilizou.

Uma impressão muito pessoal, tenho certeza que muita gente ama, mas pra mim, somente médio.

E vocês, o que acharam?